Equipa do Porto cria equipamento que substitui andarilhos e muletas

Em declarações à Lusa, Daniel Pina, responsável pelo projeto MechALife, explicou que a ideia surgiu com o objetivo de “desenvolver um sistema que evoluísse as muletas e os andarilhos” e que solucionasse “o problema de mobilidade reduzida”.
O projeto, que começou a ser desenvolvido durante este ano por três equipas do INEGI, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), pretende criar um exoesqueleto (estrutura externa que suporta o corpo) para os membros inferiores.
“O MechALife é um exoesqueleto que vai da cintura aos pés e que auxilia as pessoas a mexerem os membros inferiores. E, apesar da estrutura ser pesada, suporta o próprio peso, da mesma maneira que o andarilho e as muletas”, afirmou.
Segundo Daniel Pina, o equipamento, maioritariamente direcionado para a população com mais de 65 anos, é composto por motores elétricos que garantem uma autonomia de movimento constante durante cinco horas.
As equipas do INEGI, que tem trabalhado conjuntamente com profissionais de saúde das áreas da medicina de reabilitação e ortopedia, estão agora a construir um “protótipo à escala real” e preveem nos próximos dois anos “começar a fazer protótipos completamente funcionais”.

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