Mais investigação é a chave para tratar o cancro do pâncreas

É a segunda causa de morte por cancro nos EUA e prevê-se que em dez anos esteja no top três na Europa. Para travar o aumento de casos de tumor pancreático é preciso encontrar novos tratamentos e formas de diagnóstico precoce.
Carlos Carvalho, diretor da unidade de cancro digestivo do Centro Champalimaud, afirma que o rastreio para a população em geral ainda não é possível, mas existem “estudos avançados” para que possa ser diagnosticado através de “uma marcador sanguíneo”. “É uma esperança importante”.
Para o especialista, a segunda aposta é “começar a identificar populações de maior risco”, pois quando o diagnóstico é feito, mais de metade dos doentes já tem metástases.
A terceira aposta é perceber porque razão este tumor tem uma “capacidade de resistência aos medicamentos tão grande” e porque “evolui de forma tão rápida”.
Recorde-se que a Fundação Champalimaud vai abrir, em 2020, um centro de investigação e tratamento do cancro do pâncreas. Este projeto conta com o financiamento de 50 milhões de euros de Mauricio e Chalotte Botton (Mauricio é neto do fundador na empresa Danone). O “Boton Champalimaud Pancreatic Center” será construído em Belém, ao lado do Centro Champalimaud para o Desconhecido em Belém.

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